Israelense seqüestrado não era refém de extremistas

O Exército de Israel informou que os palestinos que seqüestraram um taxista israelense - libertado numa operação noturna na Cisjordânia - não eram apoiado por nenhum grupo islâmico, amenizando a persistente tensão que ameaça a trégua declarada há duas semanas. Eliyahu Goral, seqüestrado na sexta-feira, foi resgatado por um comando israelense de um prédio na Cisjordânia onde era mantido em cativeiro. Depois de exames médicos mostrarem que estava ileso ele voltou para a casa. Autoridades israelenses vinham dizendo que o seqüestro de Goral representava uma aparente violação da trégua declarada em 29 de junho pelos três principais grupos palestinos, mas descobriu-se depois que nenhuma dessas entidades estava envolvida na ação. Em declarações nesta quarta-feira, o Exército de Israel informou que os seqüestradores pretendiam aparentemente repassar Goral para algum grupo islâmico, mas nenhum teria concordado em ficar com ele. O Exército insiste, no entanto, que os seqüestradores não eram criminosos comuns. "Temos certeza de que os motivos do seqüestro eram terroristas", disse um coronel do Exército israelense com a condição de não ser totalmente identificado.

Agencia Estado,

16 Julho 2003 | 14h25

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