Dominic Lipinski/Pool via REUTERS
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'Isso não deveria estar acontecendo com a rainha', diz Trump sobre 'Megxit'

Presidente dos EUA comentou decisão de Meghan Markle e Príncipe Harry abandonarem o Reino Unido e afirmou que a Rainha Elizabeth II tem um 'reinado perfeito'

Redação, O Estado de S.Paulo

11 de janeiro de 2020 | 09h22

WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lamentou nesta sexta-feira, 10, o anúncio inesperado dos duques de Sussex, Príncipe Harry e Meghan Markle, de que pretendem renunciar às funções de primeiro escalão da família real britânica e se tornarem “financeiramente independentes”.

Em entrevista à Fox News, Trump disse que a rainha Elizabeth II não deveria ter que lidar como uma situação como o "Megxit", como o caso vem sendo chamado pela imprensa britânica, em referência ao Brexit, a saída do Reino Unido da União Europeia.

"Acredito que é triste. Ela (a rainha) é uma grande mulher. Nunca cometeu um erro. Teve um reinado perfeito", afirmou.

Perguntado se o príncipe Harry deveria voltar atrás, Trump se esquivou. "Não quero me meter no assunto, mas tenho muito respeito pela rainha. Acredito que isso não deveria estar acontecendo com ela", opinou.

Trump já mostrou que não sente simpatia por Meghan no ano passado, quando o tabloide britânico The Sun publicou o que o agora presidente pensava sobre a atriz ter dito durante as eleições americanas que se mudaria para o Canadá caso ele fosse eleito.

"Que posso dizer? Não sabia que ela era rude", respondeu então Trump, que depois negou ter usado o adjetivo e acusou os jornais britânicos de inventar a polêmica.

O casal anunciou na última quarta-feira, sem consultar outros integrantes da família real, que dividiria o tempo entre o Reino Unido e a América do Norte. O motivo alegado é que eles trabalharão para serem financeiramente independentes da monarquia. Possivelmente, Harry e Meghan devem viver no Canadá, onde a atriz morou por sete anos.

O anúncio caiu como uma bomba no Palácio de Buckingham, irritando a rainha Elizabeth II. Ninguém descarta a hipótese de o filho do príncipe Charles, sexto na linha sucessória, ter seus títulos revogados ou ser forçado a abrir mão deles. / EFE

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