Itália detém suposto mafioso perto da Eslovênia

O procurador-chefe anti Máfia da Itália, Piero Grasso, diz que um membro arrependido da secreta máfia calabresa, a ''Ndrangheta, ajudou a polícia a deter hoje um suposto mafioso, Antonio Cortese, que seria responsável por dois atentados a bomba na Calábria e deixou uma bazuca perto de um tribunal, ameaçando os investigadores.

AE-AP, Agência Estado

20 de outubro de 2010 | 16h19

Grasso disse que o chefe arrependido Antonino Lo Giudice acusou Cortese a instalar os explosivos para intimidar procuradores na cidade de Reggio Calábria (sul). Lo Giudice foi detido pela polícia na semana passada. Já Cortese foi preso hoje, em Trieste, no norte da Itália, quando tentava fugir para a Eslovênia, informou a Agência Ansa.

Especialista em explosivos, Cortese, de 48 anos, é acusado por duas explosões em Reggio Calábria neste ano, em 3 de janeiro e 26 de agosto, contra o prédio da procuradoria-geral de Reggio Calábria e contra a residência de um procurador. Ninguém ficou ferido nos ataques.

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