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EFE / PRENSA MIRAFLORES
EFE / PRENSA MIRAFLORES

Itamaraty critica morte de opositor venezuelano e pede eleição limpa

Ministério das Relações Exteriores divulga nota na qual cobra zelo do governo chavista para que vontade popular seja respeitada 

Isadora Peron / BRASÍLIA, O Estado de S. Paulo

27 de novembro de 2015 | 14h55

(Atualizada às 17h) BRASÍLIA - O governo brasileiro condenou nesta sexta-feira, 27, a morte do político opositor venezuelano Luis Manuel Díaz, secretário-geral do partido Ação Democrática (AD).  Díaz foi morto durante um comício na noite de quarta-feira.

 

Na nota, o Itamaraty cobrou das autoridades venezuelanas que investiguem e punam os responsáveis e trabalhem para que as eleições marcadas para o próximo dia 6 transcorra de forma "limpa e pacífica".

 

"O governo brasileiro confia em que o governo venezuelano atuará para coibir quaisquer atos de violência ou intimidação que possam colocar em dúvida a credibilidade do processo eleitoral em curso e a legitimidade dos resultados da votação", diz o Itamaraty, na nota.

 

Na quinta-feira 26, a União de Nações Sul-americanas (Unasul), que mantém uma missão para observar a votação na Venezuela, também rechaçou o episódio e cobrou atitudes das autoridades venezuelanas.

 

Díaz morreu ao ser atingido por um tiro durante um comício realizado em Altagracia de Orituco, onde também estava Lilian Tintori, mulher do político opositor Leopoldo López, condenado a quase 14 anos de prisão.

 

Depois do ocorrido, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, declarou que a morte do político foi produto do acerto de contas entre grupos criminosos. Maduro nega a acusação da oposição, que responsabilizou coletivos chavistas armados pela morte de Díaz.

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