Itamaraty manterá chefe da missão de Damasco no Brasil

O governo brasileiro não pretende expulsar o embaixador sírio, como fizeram vários países europeus. Na visão do Itamaraty, a medida serviria apenas para cortar o diálogo com o governo de Bashar Assad num momento em que a negociação é cada vez mais importante.

O Estado de S.Paulo

30 Maio 2012 | 03h07

"Há uma crescente preocupação com esses desenvolvimentos, que são inaceitáveis e não estão em conformidade com a agenda do enviado especial Kofi Annan que é de cessar a violência", afirmou o ministro das Relações Exteriores, Antonio de Aguiar Patriota. Ao seu lado, o chanceler holandês, Uri Rosenthal, foi na direção oposta e defendeu a expulsão dos embaixadores pela União Europeia. "A responsabilidade é de Assad. Ele tem ido de massacre em massacre e tem de responder sobre o que está acontecendo", disse o holandês. / LISANDRA PARAGUASSU

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