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Itamaraty não confirma presença de brasileira entre reféns em Sydney

Consulado brasileiro perto do café onde homem faz um grupo de pessoas reféns foi fechado pela polícia

Murilo Rodrigues Alves, O Estado de S. Paulo

15 de dezembro de 2014 | 11h23

BRASÍLIA - O Itamaraty não conseguiu confirmar até o fim da manhã desta segunda-feira, 15, se a brasileira Marcia Mikhael está entre as pessoas mantidas reféns dentro de um café no distrito comercial de Sydney, na Austrália. O sequestro, que pode ser um ato terrorista, começou por volta das 15 horas (noite de domingo, no horário de Brasília).

O consulado do Brasil fica no perímetro do Lindt Chocolat Cafe, em Martin Place, e também foi fechado pela polícia local. Mesmo assim, os funcionários brasileiros do consulado tentam confirmar com a polícia e o governo local se a brasileira está entre os reféns. A polícia, porém, não informou a nacionalidade dos reféns, assim como não há informação se os três homens e duas mulheres que conseguiram sair da loja foram liberados ou fugiram.

Imagens da TV australiana mostraram clientes segurando uma bandeira preta com dizeres árabes pela janela do café. Segundo uma rede de TV, havia 13 pessoas na loja antes que cinco escapassem.

Familiares da brasileira Marcia, que mora na Austrália há cerca de 20 anos, afirmam que ela está entre os reféns. A informação que a personal trainer estaria entre os reféns chegou aos familiares por meio de duas mensagens postadas no Facebook nas quais a brasileira afirma que o texto foi escrito pelo homem que mantém os reféns. À GloboNews, o irmão da brasileira, que se identificou como Jorge, disse que Marcia trabalha no prédio onde fica o café.

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