Itamaraty pede investigação

Duas semanas depois do massacre em Hula, o Ministério de Relações Exteriores brasileiro publicou na sexta-feira uma nota condenando a violência na Síria e exortando o governo de Bashar Assad a permita que a equipe de monitores da ONU tenha acesso aos locais onde ocorreram as matanças.

O Estado de S.Paulo

10 de junho de 2012 | 03h04

"O governo brasileiro vê com crescente preocupação a escalada da violência na Síria. O Brasil repudia de maneira veemente os atos de agressão contra dezenas de mulheres, homens e crianças em Hula", afirma a nota do Itamaraty.

O brasileiro Paulo Sérgio Pinheiro recebeu a incumbência do Conselho de Direitos Humanos da ONU de conduzir uma investigação independente das mortes, mas até agora não recebeu autorização para entrar na Síria. O Itamaraty informou, por meio de sua assessoria de comunicação, ter transmitido seu apoio a Pinheiro.

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