Japão envia militares para área afetada por tremor e pede ajuda dos EUA

Cerca de 8 mil efetivos e centenas de aviões são acionados para ajudar nos trabalhos de resgate

Efe

11 de março de 2011 | 13h38

 

TÓQUIO - O governo do Japão enviou cerca de 8 mil militares à região do país afetada pelo terremoto de magnitude 8,9 na escala Richter desta sexta-feira, 11. Além disso, foram acionados 300 aviões e 40 navios para os trabalhos de ajuda e resgate, segundo agências de notícias japonesas.

 

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O Ministro de Exteriores, Takeaki Matsumoto, afirmou que o Executivo do país pediu ajuda aos EUA para que enviem seu efetivo no país para a área do sismo. O chanceler, que está no cargo há dois dias, afirmou que o embaixador americano no Japão, Jhon Roos, aceitou a petição.

 

Cerca de 8 mil militares foram enviados pelo governo à região afetada. De acordo com o Ministro de Exteriores, Takeaki Matsumoto, afirmou que o Executivo do país pediu ajuda aos EUA para que enviem seu efetivo no país para a área do sismo.

 

Roos afirmou que os militares americanos no Japão estão prontos para trabalhar com as autoridades japonesas, de acordo com o ministro da Defesa, Toshimi Kitazawa. Os EUA mantêm aproximadamente 50 mil efetivos no país. A Marinha americana afirmou que seus barcos e instalações não sofreram danos com o sismo.

 

Os EUA e outras 24 nações já ofereceram ajuda ao Japão após o terremoto, o maior já ocorrido no país desde que os sismos começaram a ser registrados, há 140 anos. É também o sétimo pior da história. O tremor principal aconteceu às 2h46 de Brasília, com epicentro a 130 quilômetros de Sendal, na ilha de Honshu, e com profundidade de 24,4 quilômetros, na mesma região onde há dois dias ocorreu um terremoto de 7,3 graus que não deixou vítimas.

 

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