Japão estuda deportar ativistas chineses presos no país

O Japão estuda deportar os 14 ativistas da China detidos por entrarem sem autorização em ilhas disputadas pelos dois países. Nesta quinta-feira, Pequim criticou duramente as prisões e repetiu a exigência de libertação. O tema é bastante sensível. Tóquio pode escolher entre repatriá-los ou julgá-los criminalmente.

AE, Agência Estado

16 de agosto de 2012 | 09h54

Os manifestantes viajaram de navio para as ilhas desabitadas no leste do mar da China, saídos de Hong Kong. Controladas pelo Japão, elas também são reivindicadas pela China e Taiwan. Os chineses foram presos na quarta-feira, após cinco deles terem desembarcado no arquipélago, conhecido como Senkaku em japonês e Diaoyu em chinês.

De acordo com o oficial da guarda costeira japonesa Yoshiyuki Terakado, a decisão deve sair na noite de sexta-feira. Em Pequim, dezenas de pessoas protestaram em frente à embaixada do Japão, pedindo a libertação dos ativistas e gritando slogans contra o país. Também existe um grande movimento na internet e os consumidores chineses passaram a boicotar produtos japoneses. As informações são da Associated Press.

Tudo o que sabemos sobre:
JapãoChinaativistas

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.