Japão expulsa os ativistas chineses presos no país

O Japão decidiu nesta sexta-feira deportar os 14 ativistas vindos da China presos após entraram em ilhas disputadas pelos dois países. Sete deles já embarcaram em um avião, enquanto o resto viajará de barco. A decisão de não acusá-los criminalmente alivia um pouco a tensão entre Pequim e Tóquio.

AE, Agência Estado

17 de agosto de 2012 | 09h33

Os manifestantes saíram de barco de Hong Kong para as ilhas inabitadas que pertencem ao Japão, mas que também são reivindicadas pela China e Taiwan. Eles foram presos na quarta-feira, após cinco deles terem desembarcado no arquipélago, conhecido como Senkaku em japonês e Diaoyu em chinês. A China exigiu a libertação imediata, afirmando que a captura prejudica as relações bilaterais. Dezenas de pessoas protestaram em Pequim, Hong Kong e diversas outras cidades, louvando os ativistas e queimando bandeiras japonesas.

"A decisão é estritamente baseada nas leis domésticas, não é influenciada por emoções", disse o chefe de gabinete Osamu Fujimura. As informações são da Associated Press.

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