Jesse Jackson diz que vai à China

O reverendo Jesse Jackson afirmou hoje ter esperanças de ir à China para tentar assegurar a libertação de 24 militares americanos, detidos depois da colisão entre um avião espião dos EUA e um jato chinês. Falando em uma entrevista coletiva, em Washington, Jackson disse querer liderar uma missão ecumênica e trabalhar pela liberdade da tripulação do avião de reconhecimento EP-3E.A tripulação vem sendo mantida na ilha de Hainan desde que foi obrigada a realizar um pouso de emergência que se seguiu ao incidente com o avião chinês, em 1º de abril. Jackson, um reconhecido líder dos direitos humanos, afirmou ter discutido sua oferta com o secretário de Estado Colin Powell e estava trabalhando com funcionários da embaixada da China nos EUA para conseguir o visto do país.Por outro lado, o porta-voz do Departamento de Estado, Richard Boucher, afirmou que a oferta de Jackson havia sido recusada e que as autoridades norte-americanas continuariam tentando resolver o impasse através de meios diplomáticos.

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