Handout / The White House / AFP
Handout / The White House / AFP

Joe Biden apresenta Commander, o novo cachorro da Casa Branca

Filhote apareceu em vídeo publicado pelo presidente no jardim da Casa Branca; Commander será o terceiro cão a passar pela sede do governo americano no mandato de Biden, após os pastores alemães Champ e Major

Redação, O Estado de S.Paulo

21 de dezembro de 2021 | 16h25
Atualizado 21 de dezembro de 2021 | 16h40

WASHINGTON - Pressionado por um bloqueio na agenda política doméstica e pelo avanço do coronavírus no país, o presidente americano, Joe Biden, vai encerrar 2021 na companhia de um novo amigo: o filhote de pastor alemão Commander, de 4 meses. O novo inquilino de quatro patas da Casa Branca foi apresentado ao público nessa segunda-feira, 20, em um vídeo publicado nas redes sociais.

"Bem-vindo à Casa Branca, Commander", diz a legenda de um vídeo postado nas redes sociais do presidente. O cachorrinho - aparentemente um pastor alemão - avança em direção ao presidente americano, que também é comandante-chefe das Forças Armadas, que o cumprimenta com um "Ei, amigo".

Segundo Michael LaRosa, porta-voz da primeira-dama, Jill Biden, o cachorrinho foi presente do irmão e da cunhada de Biden, pelo aniversário de 79 anos, completados em novembro.

Na gravação, Biden também joga uma bola e o conduz na coleira, quando ele entra na Casa Branca com sua esposa Jill.

Quando se mudaram para a Casa Branca, Joe e Jill Biden levaram dois pastores alemães, Champ e Major, resgatando a tradição de animais de estimação na sede do poder americano, interrompida durante o mandato de Donald Trump, que foi o primeiro presidente desde Andrew Johnson, na década 1860, a não ter nenhum cachorro ou gato.

Em junho passado, eles anunciaram no Twitter a morte do mais velho, Champ, aos 13 anos. Já Major, primeiro animal presidencial vindo de um abrigo, está de saída da Casa Branca, após morder dois funcionários com poucas semanas de diferença. 

Segundo La Rosa, Major foi entregue a amigos da família Biden após meses de deliberação, e não em resposta a um novo caso específico de agressão. Ainda de acordo com o porta-voz, um gato deve chegar a Casa Branca em janeiro./ AFP e REUTERS

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