Jordânia condena três por tentativa de assassinato de Bush

A corte de segurança de Estado da Jordâniacondenou três islâmicos na quarta-feira a 15 anos de prisão portentarem assassinar o presidente norte-americano, George W.Bush, durante uma visita ao Reino Unido em 2006, disseramfontes do Judiciário. Elas disseram que a corte, que converteu a pena de mortepara 15 anos porque os réus são jovens, considerou-os culpadosde tentar fazer ataques terroristas e de possuir armasautomáticas e explosivos. As fontes disseram que os três têm cerca de vinte anos, masnão deram nenhuma idade específica. Autoridades de segurança disseram que os três foram presosdois dias antes daquele em que planejavam atacar Bush. Segundo os promotores, os três não pertencem a nenhum grupoislâmico conhecido e também são acusados de planejar outrosataques contra a missão dos Estados Unidos na Jordânia e contrauma cervejaria. Os advogados dos jovens disseram que seus clientes foramtorturados até confessar e negaram que eles tivessem algumenvolvimento no caso. Desde que começou a invasão norte-americana do Iraque, osadvogados que defendem os acusados de militância dizem que ospromotores militares fabricam acusações para tentar mostrar ocompromisso da Jordânia com os EUA e com a chamada "guerra aoterror". A Jordânia já deteve vários homens nos últimos anos, muitosdos quais foram presos ou acusados de planejar ataques contraocidentais. Autoridades de segurança da Jordânia, país aliado dosEstados Unidos, dizem que o aumento da militância estádiretamente relacionado ao crescente sentimento anti-americanodepois da invasão do Iraque. (Reportagem de Suleiman al-Khalid)

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