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Jordânia executa dois extremistas em resposta à morte de piloto

Sajida al-Rishawi era membro do Estado Islâmico, enquanto Ziad al-Karbouli fazia parte da Al-Qaeda

O Estado de S. Paulo

04 de fevereiro de 2015 | 07h27

A Jordânia enforcou dois jihadistas iraquianos nesta quarta-feira, 4, um homem e uma mulher, em resposta ao vídeo do Estado Islâmico que mostra um piloto jordaniano sendo queimado vivo pelo grupo militante radical.

O Estado Islâmico havia exigido a libertação da mulher, Sajida al-Rishawi, em troca por um refém japonês que posteriormente foi decapitado. Condenada à morte em 2005 por envolvimento em um ataque a bomba suicida em Amã, Rishawi foi executada ao amanhecer, disseram uma fonte da área de segurança e a televisão estatal.

A Jordânia, que faz parte da coalizão liderada pelos Estados Unidos para realizar ataques aéreos contra o Estado Islâmico, prometeu se vingar pela morte do piloto jordaniano Muath al-Kasaesbeh, que foi capturado em dezembro após a queda de seu caça F-16 no nordeste da Síria.

A Jordânia também executou um importante membro da Al-Qaeda que estava preso no país, Ziyad Karboli, um iraquiano condenado à morte em 2008./ Reuters

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