Jornalista americana é libertada no Iraque

A jornalista americana Jill Carroll, que estava sendo mantida em cativeiro há 82 dias, desde 7 de janeiro, no Iraque foi libertada nesta quinta-feira. Ela "está bem de saúde", anunciou a rádio Dar Al Salam, órgão do Partido Islâmico (sunita). Em declarações à EFE, um dos líderes deste partido, Tareq Hashemi, que trabalhou ativamente pela libertação da jornalista, confirmou a libertação de Jill, que aconteceu "na manhã de hoje". Aos 28 anos, a jornalista do Christian Science Monitor, foi seqüestrada em 7 de janeiro, enquanto se dirigia a uma entrevista com o líder sunita Adnan al-Duleimi. Faltando cerca de 250 metros para chegar ao local de encontro com al-Duleimi, seu carro foi atacado, seu tradutor foi assassinado pelos seqüestradores no incidente, mas seu motorista conseguiu escapar. Os seqüestradores de Jill, identificados como membros da "Brigada da Vingança", tinham exigido a libertação de oito mulheres presas no Iraque, através de vários vídeos divulgados em redes de televisão árabes. As autoridades iraquianas colocaram várias das presas em liberdade, mas afirmaram que sua decisão não tinha nenhuma relação com as exigências dos seqüestradores.

Agencia Estado,

30 Março 2006 | 11h05

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