Eric Seals-USA TODAY NETWORK via REUTERS NO RESALES. NO ARCHIVES. MANDATORY CREDIT
Eric Seals-USA TODAY NETWORK via REUTERS NO RESALES. NO ARCHIVES. MANDATORY CREDIT

Jovem de 15 anos abre fogo e mata 3 em escola perto de Detroit, nos EUA

O autor dos disparos, que também estuda nesta escola, foi detido e uma pistola foi apreendida após o ataque

Redação, O Estado de S.Paulo

30 de novembro de 2021 | 18h58
Atualizado 01 de dezembro de 2021 | 02h42

DETROIT, EUA - Ao menos três estudantes foram mortos e outras oito pessoas, inclusive um professor, ficaram feridos em mais um caso de violência armada em escola nos Estados Unidos nesta terça-feira, 30. Um jovem de 15 anos abriu fogo em uma escola de ensino médio na zona rural de Oxford, no estado de Michigan, norte dos Estados Unidos, informou a polícia local.  A arma utilizada foi comprada há quatro dias pelo pai do suspeito.

O autor dos disparos, que também estuda nesta escola, foi detido e a pistola foi apreendida após o ataque, disse Michael McCabe, da polícia de Oxford, no estado de Michigan.

"Não houve resistência durante a detenção e o suspeito pediu um advogado", informou o gabinete do xerife do condado de Oakland, Michigan, em um comunicado, no qual reportou que o jovem tampouco "deu nenhuma declaração de uma motivação". "É uma situação muito trágica (...), temos muitos pais alterados."

O ataque a tiros ocorreu em Oxford, pequeno povoado 65 km ao norte de Detroit.

A polícia informou ter recebido mais de cem telefonemas ao serviço de emergência 911 pouco após o meio-dia, e que o atirador fez entre 15 e 20 disparos durante cinco minutos com uma pistola semiautomática, com mais de um carregador.

O suspeito foi detido cinco minutos após o primeiro telefonema ao 911, segundo as autoridades. Em entrevista, Michael Bouchard, xerife do condado de Oakland,  em Michigan, disse que a polícia não identificou o suspeito por ser menor ou nem as vítimas "por respeito pelas famílias. "

Além disso, Bouchard informou que os pais do suspeito proibiram seu filho de falar com as autoridades e contrataram um advogado para defendê-lo. "Não conversamos com ele ou com seus pais, então não há colaboração a esse respeito", alegou o o xerife.

O jovem foi internado em um centro juvenil e está sob regime de vigilância intensiva, a cada 15 minutos, para prevenir o suicídio. / AFP e EFE


 

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.