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Francois Mori / AP
Francois Mori / AP

Jovem de 22 anos é preso em Bruxelas por ‘assassinatos terroristas’

O belga Ayoub B. foi detido na quarta-feira como parte da investigação sobre os ataques em Paris que deixaram 130 mortos no dia 13 de novembro

O Estado de S. Paulo

31 de dezembro de 2015 | 12h19

GENEBRA (atualizado às 15h40) - Um jovem de 22 anos foi detido em Bruxelas por "assassinatos terroristas e participação nas atividades de um grupo terrorista", como parte da investigação sobre os ataques de Paris, informou nesta quinta-feira, 31, a Procuradoria federal belga.

Ayoub B., um belga nascido em 1993, foi preso na quarta-feira durante uma incursão no bairro de Molenbeek-Saint-Jean, em Bruxelas. Ele é a décima pessoa detida preventivamente durante as investigações sobre os atentados de novembro que mataram 130 pessoas em Paris e Saint-Denis.

"O juiz de instrução emitiu esta manhã (quinta-feira) um mandado de prisão por assassinatos terroristas e participação em um grupo terrorista", segundo um comunicado da Procuradoria.

De acordo com o jornal Het Nieuwsblad, suspeita-se que o detido seja amigo de Abdeslam.

Uma dúzia de telefones celulares, "que estão sendo analisados", foram apreendidos durante a operação policial, que aconteceu na mesma residência investigada três dias após os atentados na capital francesa, informou a imprensa belga.

Na época, a operação resultou em uma grande mobilização das forças de segurança no centro de Molenbeek, região de origem de Salah Abdeslam - um dos principais suspeitos dos ataques - e que serviu de base para vários membros de células jihadistas. Segundo informações da emissora pública RTBF, "rastros" da passagem de Abdeslam foram detectados durante a primeira operação.

O jornal Het Laatste Nieuws noticiou nesta quinta-feira que a casa em questão pertence a uma família próxima a Abdeslam. Cinco membros dessa família teriam deixado o país para seguir em direção à Síria.

Não foram encontradas armas ou explosivos durante a operação de quarta-feira, segundo a Procuradoria.

O novo suspeito deverá comparecer dentro de cinco dias perante um juiz que decidirá sobre sua prisão preventiva. /COM AFP e EFE

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