Jovens promovem 'beijaço' por reformas na educação do Chile

Sistema educacional está paralisado há três meses por greve de estudantes e professores

Agência Estado

01 Setembro 2011 | 20h12

Estudantes lotaram a Praça das Armas, em Santiago

 

SANTIAGO - Mais de cem casais de estudantes se beijaram longamente nesta quinta-feira em uma praça central de Santiago, num protesto pacífico para exigir do governo um sistema educacional igualitário e de qualidade em todo o Chile.

 

Casais de jovens estudantes universitários e secundários reuniram-se diante da catedral existente na praça de armas de Santiago e se beijaram enquanto uma jovem incentivava o beijaço com palavras de ordem. Os estudantes foram se animando aos poucos até que mais de uma centena de casais se beijavam simultaneamente. Algumas pessoas que passavam pelo local aplaudiam a iniciativa.

 

"Quero que nos escutem, que aceitem o que pedimos para podermos voltar a estudar", disse Javiera, uma estudante de desenho, num breve intervalo do beijo que dava em seu parceiro. O beijaço foi convocado via Twitter pela líder estudantil chilena Camila Vallejo como forma de manifestação pacífica em meio a queixas dos estudantes com relação à repressão das forças do governo.

 

Na semana passada, um adolescente foi morto pela polícia durante uma manifestação na periferia de Santiago.

 

O sistema educacional chileno está paralisado há mais de três meses em meio a protestos de estudantes e professores pela melhora do ensino público no país. As informações são da Associated Press. As informações são da Associated Press.

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