Judiciário do Irã nega suspensão de pena de morte a Sakineh Ashtiani

Em relatório, deputada iraniana apontava que enforcamento havia sido suspenso

Efe

17 de janeiro de 2011 | 15h41

TEERÃ - O procurador-geral do Estado e porta-voz do Poder Judiciário iraniano, Gholam Hussein Mohseni Ejei, negou nesta segunda-feira, 17, que tenha sido suspensa a pena de morte imposta a Sakineh Mohammadi Ashtiani.

 

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Em declarações à agência de notícias estatal "Irna", Ejei insistiu que o processo ainda está em curso e não existem novidades.

 

Um relato divulgado nesta segunda-feira apontava que uma deputada iraniana havia dito que Sakineh não iria mais ser enforcada. Tal informação teria sido também repassada à presidente do Brasil, Dilma Roussef, por meio de carta.

 

Sakineh havia sido condenada anteriormente ao apedrejamento por adultério, mas a sentença foi suspensa após grande pressão internacional.

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