Juiz veta mãe de Michael Jackson para gerenciar bens

Um juiz pediu uma rápida solução para as disputas sobre o testamento de Michael Jackson e indicou dois conselheiros de longa data do cantor como administradores especiais de seus bens, rejeitando pedido da mãe do cantor para assumir a função. Numa audiência no Tribunal Superior do Condado de Los Angeles na manhã desta segunda-feira, o juiz Mitchell Beckloff disse que "alguém precisa estar no leme desta embarcação" para lidar com as questões comerciais ligadas ao cantor. Ele nomeou John Branca, advogado de Michael Jackson, e John McClain, executivo da indústria fonográfica, como administradores especiais dos bens do cantor. Essa decisão parece estar de acordo com o testamento de 2002 que o cantor deixou, no qual os dois são nomeados como executores.

AE-AP, Agencia Estado

06 de julho de 2009 | 16h07

Mas a decisão também sublinha algumas tensões no seio da família Jackson. Burt Levitch, advogado que representa a mãe do cantor, Katherine Jackson, disse que "a senhora Jackson preocupa-se em entregar as chaves do reino" para os dois homens antes que o relacionamento deles com o cantor seja esclarecido. "Os executores nomeados não são as pessoas ideais para representar os bens", disse Levitch no tribunal.

Alguns representantes da família Jackson haviam dado a entender que o testamento de 2002 poderia não ser válido. Porém, nesta segunda-feira, a família Jackson não tomou medidas para alterar o testamento. O juiz disse que tomará uma decisão sobre a validade do testamento em 3 de agosto e, até lá, Branca e McClain vão gerenciais os bens do cantor.

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