"Julgamento de gays" começa com confusão no Egito

Protestando e chorando, 52 homens detidos durante uma suposta reunião gay disseram-se inocentes hoje na abertura de um caso que chocou o conservador e profundamente religioso Egito. Em um lado do tribunal lotado, os homens - algemados e vestindo camisetas brancas e calças - gritaram e esbravejaram quando o promotor leu as acusações. Dois foram acusados por uma série de crimes religiosos e os outros por supostas relações homossexuais. Os crimes religiosos podem gerar uma condenação de até cinco anos de prisão. A sentença máxima pelas relações homossexuais é de três anos na cadeia.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.