Tsafrir Abayov/AP
Tsafrir Abayov/AP

Junta Militar egípcia diz que vingará morte de 16 soldados em fronteira

Primeiro-ministro de Israel visitou a região e parabenizou forças israelenses por impedirem maior ataque

estadão.com.br,

06 de agosto de 2012 | 10h00

CAIRO - A Junta Militar do Egito assegurou que vai vingar em breve a morte de 16 soldados egípcios ocorrida no domingo, 5, em um ataque na Península do Sinai, informou a agência estatal de notícias egípcia Mena, nesta segunda-feira, 6.

Veja também:

linkApós massacre em fronteira, Egito promete reprimir 'infiéis'

linkGrupo mata 16 guardas egípcios na fronteira com Israel

forum CURTA NOSSA PÁGINA NO FACEBOOK

O Conselho Supremo das Forças Armadas advertiu, em comunicado, que "pagará um alto preço quem estiver relacionado com os grupos" que atacaram as forças egípcias no Sinai nos últimos meses.

Segundo fontes de segurança, supostos jihadistas mataram a tiros pelo menos 16 soldados e feriram outros sete em um posto militar perto da passagem de Rafah, na fronteira com Gaza. "Tivemos muita paciência durante os fatos interiores e perante a falta da estabilidade, mas há uma linha vermelha que não pode ser ultrapassada", acrescentou a cúpula militar na nota.

Fronteira

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e o ministro da Defesa, Ehud Barak, visitaram nesta segunda-feira, 6, a fronteira da região de Gaza com o Egito, onde houve uma tentativa frustrada de invasão terrorista na noite de ontem.

O primeiro-ministro Netanyahu se reuniu com comandantes e soldados que estiveram envolvidos na operação que frustrou o ataque. "Eu gostaria de elogiar as Forças Armadas israelenses e o Serviço de Segurança por impedirem um ataque terrorista muito grande. Também gostaria de expressar pesar pela morte dos soldados egípcios", disse Netanyahu.

"Está claro que Israel e Egito têm um interesse comum na manutenção de uma fronteira tranqüila. No entanto, quando se trata de segurança dos cidadãos de Israel, o Estado pode e deve contar apenas consigo mesmo. Ninguém pode cumprir esse papel e é assim que vamos continuar agindo."

Com agências de notícias

 

 

 

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.