Junta militar no Egito fala em transição pacífica

A nova liderança militar do Egito prometeu hoje abrir caminho para democracia e respeitar os tratados internacionais, enquanto a esperançosa população comemora a vitória um dia após a queda de Hosni Mubarak. A Corte Suprema das Forças Armadas informou que o gabinete de ministros será mantido para uma transição pacífica para "uma autoridade civil eleita para construir um Estado democrático livre", mas não definiu nenhum calendário oficial.

AE, Agência Estado

12 de fevereiro de 2011 | 13h51

As ruas e as praças no centro de Cairo foram tomadas por manifestantes, sendo a maioria jovens, cuja revolta de 18 dias derrubou um regime autocrático de 30 anos. No entanto, o poder político agora está nas mãos dos comandantes militares, que assumiram o lugar deixado pela saída de Mubarak, e muitas pessoas aguardam ansiosamente para ver se eles cumprirão a promessa de respeitar a vontade popular.

Em Tahrir, epicentro dos protestos, muitos dos manifestantes antigoverno que ocuparam a maior praça pública da cidade lançaram uma maciça campanha de limpeza, com centenas de voluntários. As informações são da Dow Jones.

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