Junta promete incluir islâmicos em ministério para acalmar protestos

A junta militar que governa o Egito prometeu fazer uma reforma ministerial para incluir no gabinete membros de partidos islâmicos - que controlam o Parlamento eleito no começo do ano. Segundo o jornal egípcio Al-Ahram, no entanto, a reforma deve ser limitada. A Irmandade Muçulmana, maior força do Parlamento, reivindica há três meses fazer parte do governo. Um confronto durante protesto popular contra a junta militar, que governa o país desde a queda de Hosni Mubarak, em fevereiro, deixou na madrugada de ontem 1 morto e ao menos 30 feridos. Os egípcios devem eleger seu primeiro presidente por vias democrática em junho, quando a junta de generais deve deixar o poder.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.