Juristas defendem prisioneiros palestinos

Cerca de 8.000 palestinos estão detidos desde o início da segunda intifada (28 de setembro de 2000), em uma violação às normas internacionais e, em particular, àquelas que tutelam os residentes dos territórios ocupados por Israel, segundo informou hoje a Associação Internacional de Advogados Democráticos (IADL, sigla em inglês). A IADL e a União Árabe de Advogados, esta com sede no Cairo, constituíram um grupo de juristas para devolver a liberdade aos palestinos detidos, assegurando assistência legal e ações que garantam processos legítimos. Advogados e juristas de 96 países - da Argentina à Índia, Alemanha, Itália, Estados Unidos e França - se reuniram no Cairo para buscar meios de pressionar o governo de Israel a respeitar as regras do direito internacional.

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