Divulgação/Reuters
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Justiça americana mantém acusado de ataque no Arizona preso

Jared Lee Loughner seguirá detido sem direito à fiança até uma nova audiência, no próximo dia 24

estadão.com.br,

10 de janeiro de 2011 | 21h23

TUCSON - O americano Jared Lee  Loughner seguirá preso sem direito à fiança até uma nova audiência, no próximo dia 24, acusado de abrir fogo contra 20 pessoas ao tentar assassinar uma deputada federal do Arizona no fim de semana, fez sua primeira aparição em um tribunal nesta segunda-feira, 10. Ele seguirá preso sem direito à fiança até uma nova audiência, no próximo dia 24.

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Promotores federais já o acusaram de cometer cinco crimes, incluindo o assassinato de empregados federais e tentativa de assassinato da deputada democrata Gabrielle Giffords, que participava de um encontro com eleitores em um supermercado de Tucson, no sábado. Ele pode ser enquadrado ainda em uma lei que pune o terrorismo doméstico.

 

Loughner entrou no tribunal usando algemas e um uniforme prisional. Ele tinha um corte no lado direito de sua cabeça. Durante a audiência de 13 minutos, o jovem falou muito pouco. Ele confirmou a sua identidade e, quando questionado sobre o tema, disse entender que poderia ser sentenciado à prisão perpétua ou à pena de morte por supostamente ter matado o juiz federal John Roll.

A defensora pública designada para cuidar do caso de Loughner, Judy Clarke, já cuidou de casos como o de Ted Kaczynski, o Unabomber, Timothy McVeigh, responsável pelo massacre em Oklahoma em 1995, e de Zacarias Moussaoui, um dos acusados no 11 de setembro.

Em Washington, após homenagear as vítimas do ataque, o presidente Barack Obama disse que o país está em choque e em luto após o ataque. A reação ao tiroteio mostra o melhor da América", disse o democrata.

De acordo com a Casa Branca, Obama telefonou para o marido de Gabrielle, Mark Kelly, e para a família de Christina Taylor Green, a criança de nove anos morta no tiroteio. O presidente também manteve conversas telefônicas com os senadores do Arizona, Jon Kyl e John McCain.

Com AP, Reuters e Efe

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