Justiça eleitoral do Peru veta duas candidaturas à presidência

Julio Guzmán, segundo nas intenções de voto, e o milionário César Acuña, o terceiro, não poderão disputar o cargo

O Estado de S. Paulo

09 de março de 2016 | 16h04

LIMA - O Juizado Nacional de Eleições do Peru anunciou nesta quarta-feira, 9, que os candidatos presidenciais Julio Guzmán, segundo nas intenções de voto, e o milionário César Acuña ficarão de fora da disputa das eleições de 10 de abril, por não cumprirem as leis eleitorais.

A autoridade eleitoral assinalou em uma resolução que o partido de Guzmán, Todos pelo Peru, "vulnerabilizou grave e irreparavelmente suas próprias normas" ao eleger seus candidatos.

Com respeito a Acuña, disse que ele "incorreu em conduta proibida por entregar dinheiro em um ato proselitista".

Os dois candidatos podem ainda apresentar uma apelação extraordinária para que a decisão seja revista, um procedimento sem muitas chances de sucesso.

A corrida presidencial para suceder Ollanta Humala agora conta com 16 candidatos e Keiko Fujimori, filha do ex-presidente Alberto Fujimori (1990-2000) - preso por crimes contra humanidade e corrupção - lidera as preferências com 33,7%, seguida por Guzmán, com 18,3%. / AFP

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