Justiça peruana investiga excessos em resgate de reféns

A promotoria peruana solicitou aos japoneses que permaneceram seqüestrados na embaixada do Japão em Lima durante quatro meses, em 1997, para que respondam a uma lista de perguntas para verificar se houve excessos na missão de resgate.A Justiça do Peru investiga uma denúncia segundo a qual os comandos militares mataram um número indeterminado de guerrilheiros do Movimento Revolucionário Tupac Amaru, durante a tomada da embaixada.Segundo a assessoria de imprensa da promotoria, o titular Nelly Calderón enviou um questionário a empresários e oito diplomatas, incluindo Hidetaka Ogura, que afirma que pelo menos três guerrilheiros foram assassinados apesar de terem se rendido.A versão oficial do governo do ex-presidente Alberto Fujimori indica que 14 guerrilheiros morreram em combate. A operação de resgate ocorreu em 22 de abril de 1997.

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