Justiça processa ex-presidente paraguaio por corrupção

A justiça paraguaia iniciou nesta quinta-feira um segundo processo contra o ex-presidente do país, Luis Gonzáles Macchi, por corrupção. O ex-presidente é acusado de favorecer um amigo com um contrato milionário no mal-sucedido processo de privatização da estatal de telefonia Copaco, em 2002. Macchi já foi notificado da acusação e está proibido de deixar o Paraguai. Segundo o fiscal de assuntos econômicos do país, Javier Contreras, o ex-presidente autorizou ao fisco o pagamento de quase US$ 600 mil ao escrivão Jorge Fernández, amigo pessoal de Macchi. Fernández foi designado pelo governo, em maio de 2002, para elaborar a escritura pública de transferência de bens e capital da Administração Nacional de Telecomunicações à Companhia Paraguaya de Comunicações S.A. (Copaco). Segundo a receita paraguaia, a nomeação foi ilegal porque este tipo de serviço é feito pelo órgão oficial de escrituras do governo.

Agencia Estado,

18 Setembro 2003 | 13h32

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