Dennis M. Sabangan / Efe
Dennis M. Sabangan / Efe

Kerry defende operação que prendeu suspeito de terrorismo na Líbia

Acusado de atentados contra embaixadas na África em 1998 foi detido por forças especiais

O Estado de S. Paulo,

07 de outubro de 2013 | 03h44

BALI, INDONÉSIA  - O secretário de Estado americano, John Kerry, defendeu nesta segunda-feira, 7, a captura de um suspeito de terrorismo na Líbia por forças especiais americanas. Kerry disse que as queixas do governo líbio sobre a detenção de Nazih al-Ragie, suspeito dos ataques às embaixadas no Quênia e na Tanzânia, em 1998, são infundadas.

O governo líbio pediu explicações ao Governo americano por realizar em seu território uma operação militar sem seu conhecimento prévio e qualificou de "sequestro" a captura do líder extremista.

Em entrevista durante a conferência da Cooperação Econômica da Ásia e do Pacífico (Apec, na sigla em inglês), em Bali, na Indonésia, Kerry disse que a captura do suspeito da Al-Qaeda em Tripoli cumpria um pedido dos Estados Unidos.

Ainda de acordo com o secretário de Estado o suspeito era um alvo "legal e apropriado" dos militares e será levado à Justiça. O chefe da diplomacia americana reconheceu, no entanto, que Washington não informou sobre a operação ao governo líbio.

Os ataques no Quênia e na Tanzânia deixaram 220 mortos. / AP e EFE

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