AP Photo/Mark Baker, File
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Kerry envia condolências a colega neozelandês por forte terremoto

Secretário de Estado dos EUA elogiou habilidade do pessoal médico e de primeiros socorros da Nova Zelândia e ofereceu 'qualquer ajuda que os EUA puderem oferecer'; país registrou quase 400 réplicas do tremor de 7,8 graus na escala Richter

O Estado de S. Paulo

14 Novembro 2016 | 12h23

WASHINGTON - O secretário de Estado dos Estados Unidos, John Kerry, enviou nesta segunda-feira, 14, a seu colega da Nova Zelândia, Murray McCully, suas condolências pelos danos causados pelo forte terremoto de 7,8 graus que sacudiu o sul do país e deixou pelo menos dois mortos e vários feridos no fim de semana.

Os chefes da diplomacia de ambos os países tiveram uma conversa por telefone na qual Kerry "ofereceu suas condolências pela perda de vidas no terremoto" e expressou seus desejos de que as pessoas feridas possam se recuperar, segundo um comunicado do porta-voz do Departamento de Estado, John Kirby.

"O secretário (Kerry) louvou a habilidade do pessoal médico e de primeiros socorros da Nova Zelândia, que reagiram muito rápido, e ofereceu qualquer ajuda que os Estados Unidos possam fornecer", acrescentou Kirby em sua breve nota de imprensa.

Réplica. Um terremoto de 5,8 graus de magnitude na escala Richter sacudiu nesta segunda a Nova Zelândia, réplica do tremor de 7,8 graus que na noite de domingo causou dois mortos e originou um alerta de tsunami. Quase 400 réplicas aconteceram na Nova Zelândia desde o tremor de 7,8 graus.

O serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), que registra a atividade sísmica no mundo todo, localizou o hipocentro do tremor a 14 quilômetros de profundidade e a 15 quilômetros a leste de Kaikoura.

Kaikoura e a região de Marlborough, no nordeste da ilha do Sul, são as duas regiões mais afetadas pelo forte tremor de domingo. "É uma devastação absoluta. Não sei... São meses de trabalho", disse o primeiro-ministro neozelandês, John Key, após inspecionar Kaikoura e Marlborough com o titular de Defesa Civil, Gerry Browleen; o líder opositor, Andrew Little, e um grupo de jornalistas.

Em Kaikoura, uma pequena cidade com cerca de 2 mil habitantes e onde se calcula haja 1,2 mil turistas isolados pela falta de veículos de transporte, podem ser vistas do ar as grandes pedras nas estradas e rachaduras no solo. O terremoto de 7,8 graus também causou danos em Wellington, a capital do país e situada no sul da ilha do Norte. / EFE

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