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Kuroda/BoJ: sentimento é que a economia está um pouco melhor

O presidente do Banco do Japão (BoJ), Haruhiko Kuroda, se mostrou mais otimista em relação à economia japonesa nesta sexta-feira, após o comitê de política monetária manter inalterado o tamanho do programa de compra de ativos da instituição.

Estadão Conteúdo

22 de maio de 2015 | 05h47

Em uma coletiva de imprensa concedida após a reunião, o dirigente disse que não acredita que sejam necessários mais estímulos, uma vez os dados do Produto Interno Bruto (PIB)do primeiro trimestre revelam "um ciclo positivo" para as empresas e as famílias.

Alguns analistas disseram que o crescimento anual de 2,4% do PIB do 1º trimestre, ainda acima das expectativas, não era motivo para muita comemoração, uma vez que refletiu principalmente a alta dos estoques. Kuroda, no entanto, afirmou que esta é uma evidência do fortalecimento da economia.

Ele também descartou a ideia de que exista um otimismo excessivo no mercado acionário. "A alta das ações reflete os lucros recordes das empresas", disse.

O presidente do BoJ também tratou de desfazer certa confusão gerada pelo comunicado de hoje, cuja redação veio praticamente inalterada em relação ao documento de abril, exceto pela forma usada para descrever o estado da economia.

Desta vez, a expressão "continua sua tendência de recuperação modesta" foi trocada para "continua a se recuperar moderadamente", o que gerou dúvidas entre participantes do mercado sobre se o BoJ estava ou não mais otimista quanto às perspectivas de crescimento. Segundo o dirigente, a mudança na redação do comunicado significa "meio ou um passo à frente". Fonte: Dow Jones Newswires.

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