Liberdade de expressão acarreta responsabilidade, diz líder do Egito

O presidente do Egito, Mohamed Mursi, disse na terça-feira, comentando os recentes protestos do mundo islâmico contra um filme ofensivo ao profeta Maomé, que a liberdade de expressão precisa ser exercida com responsabilidade, pois pode colocar em risco a paz e a estabilidade.

Reuters

25 de setembro de 2012 | 20h26

Mursi, um político de origem islâmica, está em Nova York para discursar nesta semana à Assembleia Geral da ONU, e aproveitou para falar na sessão de encerramento de uma cúpula filantrópica promovida pelo ex-presidente norte-americana Bill Clinton.

"Se desejamos coexistir e prosperar, devemos fazer isso convivendo, em vez de tentar dominar uns aos outros", disse Mursi.

O filme semiamador, produzido nos EUA e difundido pela internet, provocou reações em vários países islâmicos, inclusive no Egito. Na Líbia, um protesto no consulado dos EUA em Benghazi terminou com a morte do embaixador norte-americano no país e de outros três funcionários diplomáticos.

(Reportagem de Edith Honan e Leah Schnurr)

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