Líder da Al Qaeda no Paquistão pode estar morto, diz autoridade

O chefe de operações da Al Qaeda no Paquistão e um de seus assessores podem estar mortos, disse uma autoridade de contraterrorismo dos Estados Unidos na quinta-feira. A suposta morte seria o mais recente resultado de uma campanha que tem como alvo a liderança do grupo. Atribui-se ao chefe de operações Usama al-Kini a responsabilidade por atentados como o ataque a bomba do hotel Marriott em Islamabad, que matou 55 pessoas em setembro do ano passado, e uma tentativa frusttada de matar a ex-premiê paquistanesa Benazir Bhutto, assassinada depois, em outro ataque, informou a autoridade. "Estas mortes são uma degradação de curto prazo significativa da liderança da Al Qaeda", disse a autoridade. Seus comentários refletem declarações públicas de outros membros do governo Bush, que estão cada vez mais confiantes em que o comando central da Al Qaeda tem sido enfraquecido de forma significativa. Kini e seu assessor também morto, xeque Ahmed Salim Swedan, eram ambos nascidos no Quênia. Eles faziam parte da lista de suspeitos de terrorismo mais procurados pelo FBI e foram indiciados pelos bombardeios nas embaixadas norte-americanas na Tanzânia e no Quênia. Também acredita-se que eles tenham treinado membros do grupo para viajar aos Estados Unidos e à Europa. A CIA também não quis comentar o assunto.

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