Líder democrata no Arkansas é morto

Desconhecido que atirou no chefe do partido morre durante perseguição

REUTERS, AP E AFP, O Estadao de S.Paulo

14 de agosto de 2008 | 00h00

Um homem armado invadiu ontem a sede do Partido Democrata no Arkansas e matou seu presidente, Bill Gwatney. O responsável pelo ataque foi morto após ser perseguido pela polícia, mas até a noite de ontem sua identidade ainda não havia sido confirmada. Também não havia pistas sobre o motivo do crime. O incidente ocorreu por volta do meio-dia. Segundo testemunhas, o homem de cerca de 40 anos entrou na sede do partido e pediu para ver seu líder. Quando Gwatney chegou, ele disparou e fugiu e em seguida. O tenente Terry Hastings confirmou que o suspeito foi interceptado pela polícia no Condado de Grant, 40 quilômetros ao sul de Little Rock, capital do Arkansas, e foi baleado durante a perseguição. A informação divulgada inicialmente pela polícia era a de que ele teria sobrevivido. CLINTONSEm novembro, um homem que dizia ter uma bomba fez vários reféns em um dos escritórios de campanha da senadora Hillary Clinton, em Nova York. Hillary e seu marido, o ex-presidente Bill Clinton, enviaram ontem uma mensagem de apoio à família de Gwatney. "Estamos aturdidos pelo ataque a tiros na sede do partido no Arkansas, onde nosso amigo e companheiro democrata Bill Gwatney foi ferido", dizia a nota, divulgada antes de Gwatney morrer no hospital.Momentos antes de a sede do Partido Democrata ser invadida, um homem armado ameaçou Dan Jordan, funcionário da Convenção Batista do Estado de Arkansas, a sete quadras de distância, mas a polícia não soube dizer se os dois incidentes tinham alguma relação. Segundo Jordan, o homem que o teria ameaçado disse que estava desesperado, pois havia perdido o emprego.

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