Líder islâmico condena mutilação de corpos, não mortes

Durante as preces desta sexta-feira, um clérigo da cidade de Faluja criticou a mutilação dos cadáveres de quatro civis americanos, mas não a emboscada que os matou. O xeque Fawzi Nameq disse, dirigindo-se a uma congregação de 600 fiéis, que ?o Islã não tolera a mutilação dos corpos dos mortos?.O principal líder religioso de Faluja, xeque Khalid Ahmed, disse que os pregadores em toda a cidade alertarão o público contra a mutilação dos mortos. ?O Profeta Maomé proibiu até mesmo a mutilação de um cão raivoso morto?, disse.

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