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Líder militar da Tailândia diz que reconciliação e reformas devem levar um ano

O líder da Junta Militar da Tailândia disse nesta sexta-feira que um processo de reformas e de reconciliação entre facções políticas deve levar cerca de um ano e que somente depois disso se realizará uma eleição geral.

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30 Maio 2014 | 19h15

O general e chefe do Exército, Prayuth Chan-ocha, que depôs o governo na quinta-feira da semana passada, afirmou que todos os lados têm que cooperar e parar de protestar para que seu plano de restauração da democracia seja bem-sucedido.

“A Tailândia e o povo tailandês estão enfrentando muitos problemas que exigem atenção e soluções imediatas”, disse Prayuth em um discurso televisionado. “Já se desperdiçou tempo suficiente no conflito".

A segunda maior economia do sudeste da Ásia vem sendo sacudida por tumultos políticos desde o fim do ano passado, quando manifestantes apoiados pelo status quo monarquista lançaram uma campanha para depor o governo populista da primeira-ministra Yingluck Shinawatra.

O governo tentou se manter no poder mesmo depois que um tribunal forçou Yingluck a entregar o cargo por abuso de poder em 7 de maio, mas os militares deram um golpe em 22 de maio, dizendo que o gesto era necessário para restaurar a ordem e evitar mais episódios de violência.

(Reportagem de Amy Sawitta Lefevre e Robert Birsel)

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