Líder rebelde assume ataque que matou 39 em Moscou

Um líder militante checheno reivindicou hoje a responsabilidade pelo duplo atentado no metrô de Moscou. Os ataques com duas mulheres que se explodiram deixaram 39 mortos e dezenas de feridos na segunda-feira.

AE-AP, Agência Estado

31 de março de 2010 | 15h03

Doku Umarov, líder dos militantes islâmicos na Chechênia e em regiões próximas do norte do Cáucaso, afirmou em comunicado, divulgado em um site favorável aos rebeldes, que os ataques foram um ato de vingança pelo assassinato de civis pelas forças de segurança russas.

O texto de Umarov foi postado nesta quarta-feira. Segundo ele, os ataques em cidades russas devem continuar.

Autoridades russas afirmaram anteriormente que os ataques, os primeiros em Moscou em seis anos, haviam sido realizados por militantes do norte do Cáucaso.

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