EFE
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CIDADE DO PANAMÁ, O Estado de S.Paulo

07 de abril de 2015 | 02h05

Às vésperas da 7.ª Cúpula das Américas, marcada para o fim da semana no Panamá, um grupo de 19 ex-chefes de Estado e de governo da América Latina e da Península Ibérica divulgaram ontem uma carta aberta condenando violações à democracia na Venezuela e pediram uma alternativa à crise política e econômica no país.

Entre os signatários da carta, estão desafetos do presidente Hugo Chávez, morto em 2013, como o ex-primeiro-ministro espanhol José María Aznar e os ex-presidentes Álvaro Uribe, da Colômbia, e Vicente Fox, do México. No texto, os ex-líderes pedem a libertação de opositores presos pelo governo chavista do presidente Nicolás Maduro - alguns estão na prisão há mais de um ano, como Leopoldo López e Daniel Ceballos.

"A Cúpula das Américas não pode se esquecer da necessidade urgente e inadiável de apoiar o povo da Venezuela", pede o grupo no manifesto.

Acusado por Maduro de formar parte do complô "Madri-Miami-Bogotá" para derrubá-lo, o presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, criticou ontem as sanções que os EUA impuseram contra a Venezuela e apelou pela promoção do diálogo entre as diferentes forças políticas no país. "Sempre disse que as sanções unilaterais não resolvem", afirmou Santos ao jornal El Tiempo. / EFE

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