Líderes das Farc condenados a 40 anos de prisão

Um juiz colombiano condenou a 40 anos de prisão 16 rebeldes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) pelo seqüestro e a morte do governador de Antioquia, departamento (Estado) da região noroeste, Guillermo Gaviria Correa, e do ex-ministro da Defesa Gilberto Echeverri Mejía. Entre os punidos estão oito dos principais líderes das Farc, informaram fontes judiciais. Gaviria Correa e Echeverri Mejía foram tomados como reféns em 21 de abril de 2002, quando realizavam uma manifestação contra a violência, perto da cidade de Caicedo. Em 5 de maio de 2003 foram assassinados pelos rebeldes em uma floresta no limite entre os departamentos de Antioquia e Chocó. As sentenças foram emitidas à revelia e condenam, entre outros, Pedro Antonio Marín, conhecido como "Manuel Marulanda Vélez" e "Tirofijo", e Jorge Enrique Briceño Suárez, o "Mono Jojoy", chefe militar desse agrupamento rebelde. Foram atribuídas aos líderes máximos das Farc mais de 30 sentenças por diversos tipos de crimes. Os EUA consideram o grupo uma organização terrorista e tenta a extradição de alguns integrantes, acusados por tráfico de drogas que têm como objetivo final o território americano.

Agencia Estado,

24 Março 2006 | 05h08

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