Líderes de todo o mundo expressam apoio aos EUA

O presidente da Comissão da União Européia (UE), Romano Prodi, condenou os ataques terroristas lançados contra Nova York e Washington DC. Prodi disse que estava horrorizado pela "tragédia mortal" e enviou suas condolências para o presidente dos EUA, George W. Bush, e para o povo norte-americano. Prodi disse que "os europeus estão junto com os EUA e todas as pessoas que amam a paz no mundo condenam e resistem ao terrorismo da forma mais veementemente possível". Toda a Europa manifestou o seu horror.O chanceler Gerard Schröder, da Alemanha, convocou o Conselho Nacional de Segurança para reunião para discutir uma resposta da Alemanha aos ataques, informou porta-voz. O conselho, composto pelo chanceler e por representantes dos principais Ministérios, é o principal corpo do governo em situações de crise. O segundo porta-voz do Parlamento alemão, Anke Fucks, qualificou o incidente como "terrível catástrofe". O gabinete polonês foi convocado para reunião de emergência às 14h (de Brasília). A segurança foi ampliada em todos os edifícios norte-americanos e israelenses, assim como nos aeroportos do país. O Ministério da Defesa da República Tcheca também convocou reunião de emergência por causa dos ataques e a segurança foi reforçada em todas os edifícios norte-americanos. Na Hungria, a política aumentou o cerco às instituições defesa e de supervisão norte-americanas no país, disse a porta-voz da autoridade de Defesa Civil Nacional, Eva Szolnoki.O presidente da França, Jacques Chirac, manifestou o apoio do país aos EUA. Em pronunciamento à TV, Chirac condenou os ataques e os classificou como "monstruosos" e expressou sua solidariedade ao povo norte-americano. "A França tem na lembrança esses ataques monstruosos - não há outra palavra para isso - que atingiram a América", disse Chirac, de Rennes, na regiões oeste da Grã-Bretanha. Ele expressou sua "amizade e a solidariedade nesta tragédia" com o povo norte-americano. O primeiro-ministro francês, Lionel Jospin, disse que estava "terrivelmente horrorizado" com os ataques terroristas nos EUA. Jospin convocou seus assessores políticos para uma reunião de emergência após os ataques. O presidente da Rússia, Vladimir Putin, também expressou suas condolências ao povo norte-americano, dizendo tratar-se de uma "terrível tragédia", informou o serviço de imprensa do Kremlin. Putin está acompanhando o desenrolar dos acontecimentos nos EUA pela televisão, disse a assessoria de imprensa. O primeiro-ministro da Bélgica, Guy Verhofstadt, disse que estava "chocado e profundamente preocupado" com a série de ataques terroristas em Nova York e Washington. Em sua visita à Ucrânia, Verhofstadt disse que como atual presidente da UE condena da forma mais forte possível "esses atos terroristas que atingem civis inocentes". Ele apresentou suas condolências às famílias das vítimas e ao governo norte-americano. Verhofstadt disse que a UE "combaterá o terrorismo com todos os meios possíveis". O primeiro-ministro espanhol, José Maria Aznar, interrompeu sua visita aos Balcans logo após ter sido informado sobre os ataques aos EUA. Aznar classificou os acontecimentos como "ataques terroristas cruéis e selvagens". Os aeroportos espanhóis foram colocados em "estado de alerta máximo", disseram autoridades espanholas. O Ministério de Relações Exteriores da Espanha emitiu uma nota onde "condena os ataques realizados esta manhã contra o World Trade Center em Nova York e o Pentágono em Washinton".

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