Líderes do Apec assinam Declaração de Sydney sobre o clima

A declaração reconhece a necessidade de conseguir um uso mais eficiente da energia

EFE

08 de setembro de 2007 | 04h30

Os líderes do Fórum de Cooperação Econômica da Ásia-Pacífico (Apec) assinaram neste sábado a Declaração de Sydney sobre a mudança climática, anunciou o primeiro-ministro australiano e anfitrião da reunião, John Howard.   Howard explicou em entrevista coletiva na Ópera de Sydney que "a declaração reconhece a necessidade de conseguir um uso mais eficiente da energia". Ele destacou ainda "a necessidade de que todas as nações contribuam segundo suas capacidades e circunstâncias" para corrigir a mudança climática.   Pela iniciativa da Austrália, os 21 países se comprometem a melhorar a eficiência energética em 25% até 2030. O texto escolhe a ONU como o espaço adequado para discutir e dirigir a luta contra a mudança climática.   Segundo Howard, a Declaração de Sydney aponta como fórum para prosseguir o debate sobre o assunto a Conferência da ONU sobre a Mudança Climática, na ilha indonésia de Bali, em dezembro.   O documento foi aprovado na abertura da Cúpula do Apec, para poder contar com a assinatura do presidente dos Estados Unidos, George W. Bush. Hoje à tarde ele retorna para Washington, e não poderá assistir ao encerramento da reunião, amanhã.   O Apec é formado por Austrália, Brunei, Canadá, Chile, China, China, Coréia do Sul, EUA, Filipinas, Hong Kong, Indonésia, Japão, Malásia, México, Nova Zelândia, Papua Nova Guiné, Peru, Rússia, Cingapura, Tailândia, Taiwan e Vietnã.

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