Líderes islâmicos condenam decapitação de reféns

A decapitação de estrangeiros na Arábia Saudita e no Iraque por militantes islâmicos horrorizou até mesmo as lideranças religiosas do Estado saudita, país onde a decapitação é a pena prevista para ofensas que vão do homicídio ao homossexualismo. O governo saudita decapitou 52 homens e uma mulher em 2003.Mas os sauditas e outros muçulmanos dizem que, embora o Islã tolere a decapitação num contexto penal, os terroristas da Al-Qaeda que decapitaram dois americanos e um sul-coreano merecem condenação. ?Nenhuma religião apóia esses atos?, disse Abdul Muhsen al Obaiqan, um importante clérigo em Riad. ?Eles são contra o Islã e ferem a imagem dos muçulmanos. Nenhum muçulmano deve mostrar simpatia por eles?.

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