(AP Photo/Lewis Joly)
(AP Photo/Lewis Joly)

Macron toma tapa na cara durante caminhada no sul da França

Presidente francês estava em visita ao sul do país para conversa com comerciantes locais sobre o futuro dos negócios com a melhora da pandemia da covid-19

Redação, O Estado de S.Paulo

08 de junho de 2021 | 10h44
Atualizado 09 de junho de 2021 | 12h16

O presidente francês Emmanuel Macron levou um tapa na cara na terça-feira, 8, por um homem em uma multidão de curiosos durante uma caminhada no sul da França.

A comitiva de segurança de Macron rapidamente interveio para puxar o homem para o chão e afastar Macron dele. Duas pessoas foram presas em conexão com o incidente, informaram as emissoras BFM TV e a rádio RMC.

Um vídeo de um participante postado no Twitter mostra o momento do tapa, quando Macron se aproxima das pessoas para cumprimentá-las, e é agredido.

O incidente ocorreu enquanto Macron estava visitando a região de Drome, no sudeste da França, onde encontrou donos de restaurantes e estudantes para falar sobre como a vida está voltando ao normal após a epidemia de covid-19.

Em vídeo que circulou nas redes sociais, Macron, vestido com uma camisa branca de manga longa, podia ser visto caminhando em direção a uma multidão de simpatizantes que estavam atrás de uma barreira de metal.

O presidente francês estendeu a mão para cumprimentar um homem, de camiseta verde, óculos e máscara facial.

O homem pôde ser ouvido gritando "Abaixo a Macronia" ("A Bas La Macronie") e então deu um tapa na cara de Macron. A identidade do agressor e os motivos da ação são incertos. Enquanto esbofeteava o líder, também foi possível ouví-lo gritar "Montjoie Saint Denis", um grito de guerra dos exércitos franceses de quando o país ainda era uma monarquia.

Dois dos seguranças de Macron abordaram o homem de camiseta verde, enquanto outro conduzia Macron para longe. Mas Macron permaneceu próximo à multidão por mais alguns segundos e parecia estar falando com alguém do outro lado das barreiras.

A administração presidencial disse que houve uma tentativa de atacar Macron, mas recusou comentários adicionais./ AFP e REUTERS

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