Thomas Samson / AFP
Thomas Samson / AFP

Maduro pede que venezuelanos boicotem Pokemon Go

Líder bolivariano diz que jogo impulsiona cultura de morte imposta pelo capitalismo e seduz jovens para se juntar ao terrorismo

O Estado de S. Paulo

27 de julho de 2016 | 16h32

CARACAS - O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, criticou ontem o jogo para celulares Pokemon Go e pediu que os seguidores da revolução bolivariana não se deixem seduzir pela caça virtual aos personagens do desenho japonês.

De acordo com Maduro, o jogo impulsiona uma "cultura de morte imposta pelo capitalismo internacional" e persuade os jovens a se juntar a organizações terroristas. 

"Temos de abrir um debate sobre a criação de uma cultura que gera essas realidades virtuais, como esse jogo novo - Pokemon Go", disse Maduro em discurso transmitido na TV, segundo o diário El Nacional. "A realidade virtual é matar e matar. É a cultura da morte criada pelo capitalismo."

O presidente considera "muito grave" a influência dessa tecnologia sobre os jovens. "

"Já estão nos conectando com essas realidades virtuais que levam à cultura do mal", acrescentou.

O presidente pediu também que os venezuelanos denunciem o jogo como um mecanismo da cultura da morte promovido pelo capitalismo.

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