Mais de 20 rebeldes morrem em combates ao norte de Bagdá

Pelo menos 22 rebeldes morreram neste sábado em combates travados com tropas americanas em diferentes localidades ao norte de Bagdá, informaram fontes americanas. Um comunicado militar diz que aviões de combate dos Estados Unidos localizaram uma oficina de artefatos explosivos em Taiji (30 quilômetros ao norte de Bagdá) e a bombardearam. Depois disso, houve uma troca de tiros entre tropas terrestres e insurgentes da região. Ao todo, dez rebeldes morreram. Uma mulher grávida ficou ferida e foi levada para um hospital militar americano, onde se recupera bem. Taiji fica numa região de maioria sunita, e, em suas cercanias, fica uma importante base militar americana. Segundo o comunicado, os soldados americanos encontraram dentro da fábrica destruída restos de morteiros, projéteis antiaéreos, vários tipos de bomba e lança-granadas, além de muita munição. Num outro comunicado, o comando militar americano comunicou a morte de outros 12 insurgentes num local não determinado ao norte de Bagdá. Segundo a nota, uma patrulha militar americana viu três automóveis com "homens armados" em seu interior. Com o desobedecimento da ordem para parar, os soldados americanos dispararam e mataram todas as 12 pessoas que ocupavam os veículos. Estudantes Uma patrulha da polícia iraquiana encontrou os corpos de 11 estudantes da província de Al-Anbar, informaram fontes policiais neste sábado. "A Polícia encontrou hoje 11 cadáveres de estudantes de Al-Anbar perto da cidade de Al-Qaim, na fronteira com a Síria", disseram as fontes à Efe. Os estudantes foram seqüestrados sexta-feira por homens armados quando iam para o instituto da cidade de Haditha, 180 quilômetros ao oeste de Bagdá. Seus corpos foram encontrados numa área desértica ao leste de Al-Qaim. A polícia de Al-Anbar, que levou os corpos para o Instituto Médico local, disse que os sinais de tortura e as marcas de tiros eram muito visíveis. Em setembro, vários homens armados distribuíram panfletos em que diziam aos habitantes que não levassem suas crianças para escolas "laicas". Ampliada às 13h33

Agencia Estado,

25 Novembro 2006 | 07h55

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