Abd Doumany / AFP
Abd Doumany / AFP

Mais de 200 jornalistas e ativistas morreram na Síria em seis anos de conflito

Segundo a organização Repórteres Sem Fronteiras, há 26 profissionais detidos e 21 sequestrados

O Estado de S.Paulo

16 de março de 2017 | 08h25

CAIRO - Um total de 211 jornalistas e ativistas da imprensa morreram na guerra na Síria, que recentemente completou seis anos, segundo a apuração publicada nesta quinta-feira, 16, pela ONG Repórteres Sem Fronteiras (RSF).

A organização informou em comunicado que dessas vítimas mortais, pelo menos 19 perderam a vida em 2016.

Além disso, há 26 jornalistas e ativistas detidos e 21 sequestrados, dos quais 7 são estrangeiros. A RSF lembrou que os atos de intimidação, detenções, raptos e assassinatos são frequentes no território sírio.

A organização afirmou que durante anos, a Síria foi o país "mais letal" para os jornalistas e ativistas, que "estão presos entre o regime de (Bashar) Assad e seus aliados, o Estado Islâmico e outros grupos radicais jihadistas, e as forças curdas".

A organização pediu que todas as partes do conflito protejam os profissionais da informação que cobrem a guerra no território sírio. / EFE

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