Mais de 50 são mortos em campo de exílio no Iraque

Atos violentos eclodiram em um campo de exílio iraniano dentro do Iraque neste domingo, deixando observadores internacionais na tentativa de contar o número de vítimas e determinar a causa dos confrontos. Exilados afirmaram que mais de 50 pessoas morreram, e acusaram o governo do Iraque.

AE, Agência Estado

01 Setembro 2013 | 19h48

Já Bagdá afirmou que a disputas internas provocaram a violência. A equipe da Organização das Nações Unidas (ONU) no Iraque, que vem tentando encontrar uma solução de longo prazo para os dissidentes, reconheceu que não tem uma visão clara sobre o que ocorreu. "A única coisa que podemos confirmar é que houve muitas mortes", disse Eliana Nabaa, porta-voz da equipe da ONU. "Como? Por quê? É difícil avaliar."

Se as informações dos dissidentes forem verdadeiras, o ocorrido será um choque para os membros do grupo Mujahedeen-e-Khalq (MEK), que vivem no Campo de Ashraf. A comunidade tinha somente 100 membros no local antes dos acontecimentos deste domingo. O MEK se opõe ao regime do Irã e, até o ano passado, era classificado como grupo terrorista pelos EUA. Fonte: Associated Press.

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