Mais de 6 mil já morrem com gripe suína, informa OMS

Mais de 6.250 pessoas morreram em consequência da pandemia da influenza A H1N1, mais conhecida como gripe suína, segundo informou a Organização Mundial de Saúde (OMS), destacando que a taxa de mortes global aparentemente desacelerou. Na semana passada, o número de mortos da pandemia cresceu em torno de 179, contra 224 da semana anterior e 700 na última semana de outubro.

AE, Agencia Estado

13 Novembro 2009 | 20h01

A pandemia se estende agora por meio de 206 países ou territórios, de acordo com comunicado divulgado pela OMS. A agência de saúde ligada à ONU disse que a temporada de influenza mostrou sinais de estar alcançando o auge na América do Norte, mas estava se intensificando através de grande parte da Europa e Ásia Central e do Leste.

"Uma atividade de influenza muito intensa e aumentando continua a ser reportada na Mongólia, com um severo impacto sobre o sistema de saúde", diz a OMS. Contudo, depois de investigar o repentino informe de rápido aumento nos casos de gripe na Ucrânia nas últimas semanas, a agência descobriu que o vírus da gripe suína não tem mostrado sinais de fortalecimento.

"As análises iniciais de informações indicam que os números de casos severos não parecem ser excessivos quando comparados à experiência de outros países e não representa qualquer mudança na transmissão ou virulência do vírus", diz o comunicado da OMS.

As Américas ainda respondem pelo maior número de mortes, 4.512 desde que o vírus foi identificado pela primeira vez em abril no México e nos EUA, com um aumento de 113 mortes na última semana.

No entanto, o número de mortes reportadas na Europa permaneceu estável em pelo menos 300, com sinais de que o número de casos da pandemia estava alcançando o auge em partes do Reino Unidos, notadamente na Irlanda do Norte, assim como na Irlanda e na Islândia.

Nas últimas semanas foram reportados acentuados aumentos no número de casos em várias nações da Ásia ocidental e do sul, incluindo Israel e Afeganistão, enquanto houve um crescimento nos números de casos na China e Japão.

As informações são da Dow Jones.

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