Ayat Basma/REUTERS
Ayat Basma/REUTERS

Mais de 60 pessoas continuam desaparecidas após explosões em Beirute

Hipótese de que explosões teriam sido causadas por 'intervenção externa' foi levantada nesta sexta-feira pelo presidente libanês

Redação, O Estado de S.Paulo

08 de agosto de 2020 | 05h06

BEIRUTE - Mais de 60 pessoas continuam desaparecidas em Beirute, quatro dias após as explosões que deixaram mais de 150 mortos na capital do Líbano. As informações são do Ministério da Saúde libanês. 

"O número de mortos é de 154, incluindo 25 pessoas que ainda não foram identificadas", disse um funcionário à agência AFP

O Ministério da Saúde afirmou neste sábado, 8, que pelo menos 120 dos 5 mil feridos estão em condições críticas.

Nesta sexta-feira, o presidente libanês, Michel Aoun, disse que as explosões podem ter sido causadas “por intervenção externa”, citando a hipótese de “um míssil”. 

“É possível que tenha sido causado por negligência ou por uma ação externa, com um míssil ou uma bomba”, declarou Aoun, três dias após a catástrofe./AFP

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